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JORNALISTA por formação, pós-graduanda em Assessoria de Comunicação, 23 anos, futura estudande de psicopedagogia, uma curiosa nata, em constante aprendizado!

quinta-feira, 29 de março de 2012

poderia eu ser menos dramática e amar menos?


Consumida pela saudade que aqui registro, venho narrar à história de uma jovem apaixonada que vai ficar longe do seu amado marido, durante longos sete dias.
    Ele & Ela se conheceram, se apaixonaram, se casaram e não se desgrudam um do outros há exatamente três meses e 14 dias, mas como é de praxe toda história tem os seus desafios e obstáculos e agora o casal terá que vencer o seu primeiro obstáculo real – à distância.
   Ora mais que drama e que amor exagerado, são apenas sete dias sem a presença física da pessoa amada, poderia eu ser menos dramática e amar menos? 
Nãaooo!!!  Assim a história não teria sentido, assim o amor deixaria de ser algo sem explicação e que traz sentido completo a uma vida. Ora tantos que sofrem por um amor não correspondido, eu vou simplesmente sofrer por saudades.
     Agente simplesmente se acostuma em acordar com o sorriso mais lindo do mundo, e o beijo mais gostoso que vem a desejar um “bom dia!”, passa a gostar de passar o dia inteiro implicando, discordando, planejando, sorrindo, fazendo bico, fazendo as pazes, e vendo que aquela pessoa é realmente a pessoa que você quer ao seu lado por toda a vida, e não tem como chegar à noitinha deitar na cama e não sentir saudade do calor, do carinho, do cuidado, do agarro da pessoa amada, é já deixei de narrar uma história e agora estou narrando na verdade uma saudade desmedida, que não completou se quer 24 horas, mas que deixa um coraçãozinho apertado de tanta saudade. 

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